quinta-feira, 3 de março de 2016
A Horta e a Biblioteca Escolar
Na tua biblioteca podes encontrar vários livros que te permitirão documentar sobre as plantas: mediterrânicas, aromáticas, da horta e de jardim. Aqui fica um cheirinho!...
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Nomenclatura das plantas: nome popular e nome científico
O nome botânico ou nome científico de uma planta é um nome universal, igual em qualquer parte do mundo, ao contrário dos diferentes nomes populares pelos quais é conhecida uma planta em diferentes locais do mundo e até dentro do mesmo país. Assim, em Portugal consoante as regiões, o azevinho, por exemplo, é conhecido por diferentes nomes vulgares: azevim, azevinheiro, pica-folha e espinho-de-cristo.
Como resolver, então, este problema?
Escolheu-se uma língua que não sofresse modificações - o latim - por ser uma língua morta (não sendo utilizada não está sujeita a mudanças) e nomeou-se cada planta utilizando duas palavras, por exemplo, Ilex aquifolium (azevinho). A redação correta do nome botânico implica que seja escrito em itálico e que a primeira palavra comece por maiúscula e a segunda por letra minúscula. Este nome, sendo universal, identifica cada planta em qualquer lugar do mundo.
Como resolver, então, este problema?
Escolheu-se uma língua que não sofresse modificações - o latim - por ser uma língua morta (não sendo utilizada não está sujeita a mudanças) e nomeou-se cada planta utilizando duas palavras, por exemplo, Ilex aquifolium (azevinho). A redação correta do nome botânico implica que seja escrito em itálico e que a primeira palavra comece por maiúscula e a segunda por letra minúscula. Este nome, sendo universal, identifica cada planta em qualquer lugar do mundo.
Azevinho from David Aires
Planta do mês: o azevinho
Já
reparaste com certeza que à entrada da escola junto ao Totem se encontra uma planta identificada como azevinho (planta feminina). Hoje vamos
falar-te um pouco dela. Ora presta atenção:
Nome: o seu nome
latino é Ilex
aquifolium e os seus
nomes vulgares são azevim, azevinheiro, pica-folha e espinho-de-cristo.
Características: é um arbusto de médio porte. As suas folhas são verdes brilhantes, alongadas e espinhosas. Embora estas
flores nasçam na Primavera, é entre o Outono e o Inverno que o azevinho dá os
seus frutos – as características bagas vermelhas que são exclusivas das plantas
femininas.
Utilidade: a sua madeira branca e acinzentada é
de elevada qualidade e frequentemente utilizada em trabalhos de marcenaria.
Distribuição: nasce
espontaneamente em quase
toda a Europa,
preferindo solos leves,
húmidos e ricos em matéria orgânica.
Portugal: é comum encontrar o azevinho nas
Serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão, Marão, Montemuro e Lapa. Como se
encontra na lista das plantas em vias de extinção, o arranque, o corte total ou
parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo é proibido por lei em Portugal desde 1989 (Decreto-Lei 423/89 e Decreto-Lei 254/2009 de 24 de Setembro que revogou
aquele diploma).
Se
quiseres saber um pouco mais sobre esta planta protegida clica aqui.
Distribuição do azevinho em Portugal
O nosso azevinho
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Compostagem
Sabes
o que é a compostagem? E sabes para que serve? Trata-se de um antigo processo
agrícola que entretanto caiu em desuso. Hoje, é uma forma, relativamente
recente, de transformar ou reciclar resíduos em fertilizante.
O Homem resolveu imitar a Natureza
para transformar variados resíduos vegetais (relva, flores, folhas, cascas de
ovos, cascas de frutas, restos de cozinha,…) em composto fertilizante natural,
rico em elementos nutritivos. Para que tal seja possível tem de contar com a
ajuda de micro-organismos, oxigénio, humidade e temperatura adequadas.
Na nossa horta, optámos por usar uma
compostagem simples, ou seja, colocando em pilha ou monte o material orgânico
disposto em camadas de resíduos.
Sabes quais são as vantagens da
compostagem? Ora vê:
- Recicla a matéria orgânica reintroduzindo-a no solo;
- Reduz a quantidade de resíduos enviados para incineração/aterro;
- Reduz a contaminação da água e solo e a poluição atmosférica;
- Envolve os cidadãos para ajudar a mudar estilos de vida.
Dieta mediterrânica
Existe uma estreita relação entre o consumo de gorduras e a ocorrência
de doenças do coração, mas há uma exceção: os povos
da bacia do Mediterrâneo. Estes, apesar de terem um elevado consumo de gordura,
sofrem de relativamente poucos enfartes do miocárdio. Este facto deve-se ao
azeite (gordura
insaturada).
Há grandes diferenças entre a dieta mediterrânica e outros padrões alimentares:
1º) Ingestão quotidiana de
verduras, legumes e frutos (frescos e secos), o que dá um grande aporte de
fibra;
2º) Utilização do azeite como principal gordura alimentar;
3º) Baixo consumo de carne vermelha e preferência dada ao peixe, sobretudo peixe gordo como sardinha, cavala, carapau, etc…, e às carnes brancas. O vinho, sobretudo tinto, é bebido às refeições com moderação, a água com abundância.
2º) Utilização do azeite como principal gordura alimentar;
3º) Baixo consumo de carne vermelha e preferência dada ao peixe, sobretudo peixe gordo como sardinha, cavala, carapau, etc…, e às carnes brancas. O vinho, sobretudo tinto, é bebido às refeições com moderação, a água com abundância.
A
dieta mediterrânica surgiu há muitos séculos, resultado da geografia, do clima,
da flora e da fauna típicas da região. Apesar de Portugal não ser banhado pelo Mediterrâneo, partilha muitos
destes traços e a alimentação tradicional tem as mesmas características.
A 4 de dezembro de 2013 a dieta mediterrânica foi classificada como Património Mundial e Imaterial da Humanidade
pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Para saberes
mais clica aqui.
O trabalho na horta: as plantas daninhas
Há
muito por fazer! As ervas daninhas estão a ganhar terreno rapidamente e a
esconder as nossas culturas: as cenouras, as alfaces, a menta,…
E
se custa andar curvado na monda! Será que não há outra maneira de conter o
crescimento destas invasoras?
Bom,
numa horta biológica, como é a nossa, podemos, por exemplo, cobrir a superfície
do solo com uma camada generosa de folhas caídas das árvores. Assim, não haverá
aporte de energia solar às plantas daninhas e elas acabarão por morrer. Por
outro lado, a cobertura morta, através da sua decomposição, vai melhorar a
fertilidade do solo. Ora vê aqui como esta agricultora controlou as plantas
infestantes.
Apresentação
Olá!
Esta é uma nova edição do nosso blogue.
Os conteúdos são semelhantes ao habitual, mas decidimos dar-lhe um novo look. Espero que gostem!
A
primavera está aí à porta e estamos prontos para lhe dar as boas vindas! E as
plantas também. Estão a crescer e a florir: as favas, as ervilhas,… Ora vejam!
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