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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Enriquecendo o solo dos canteiros

A criação de um jardim mediterrânico e de um outro de aromáticas é parte integrante do nosso projecto. Porém, estes só agora começam a tomar forma e mesmo assim ainda de uma forma incipiente.
Depois de escolhermos o local de implantação dos jardins deparámos com pelo menos três problemas: a compactação do solo, o forte declive e a ausência quase absoluta de matéria orgânica. O solo dos canteiros estava nu.


Canteiro com o solo nu e muito compactado.

Futuro jardim de plantas aromáticas.
A vedação destina-se a relembrar os alunos de que
 não devem pisar os canteiros.

Futuro jardim mediterrânico

Um dos avisos colocados nos jardins.

Tivemos então de começar pelo princípio!...Ou seja, tivemos de construir um solo fértil.
O solo é o principal fornecedor de nutrientes e de água às plantas, dependendo o seu nível de fertilidade das suas características físicas, químicas e biológicas.
A compactação dos solos dos nossos canteiros é consequência do trânsito dos alunos que, sem querer, espezinham as plantas. Como resultado, os solos tornaram-se duros e sem matéria orgânica devido à morte das plantas, ficando também mais expostos aos processos de erosão.
Para melhorar a fertilidade do solo foi necessário aumentar o seu teor em matéria orgânica acumulando uma quantidade tão grande quanto possível de resíduos orgânicos (manta morta: folhas, ramos, aparas de relva, etc.), adicionando também cartões e jornais. Estes são celulose (matéria orgânica biodegradável) e têm também a capacidade de reter a água da rega e principalmente da chuva.

Manta morta.

Utilização de cartões para reter a água e aumentar a fertilidade do solo.

Contamos com a ajuda de todos para tornar estes jardins uma realidade!


terça-feira, 26 de abril de 2016

A fome e o desperdício alimentar




A Comissão Europeia propôs o ano de 2014 como Ano Contra o Desperdício Alimentar. 
Enquanto 842 milhões de pessoas passavam fome em todo o mundo, cerca de 1,3 biliões de toneladas de alimentos é desperdiçada todos os anos (dados de 2014).




O desperdício desafia a capacidade do planeta não só em conseguir reduzir a fome mundial mas também em satisfazer as necessidades de uma população em rápida expansão.
Em Portugal, cerca de 360 mil portugueses passam fome. Enquanto isso, estima-se que todos os dias 50 mil refeições são desperdiçadas de norte a sul do país. 
Prevenir o desperdício alimentar deveria ser um compromisso de todos.
O controlo do que desperdiçamos começa por nós. 




Algumas dicas sobre como evitar o desperdício:


Seria útil criar a noção de Pegada Alimentar para permitir às famílias calcularem o respetivo nível de desperdício.